INÍCIO O Perú Molhado - O maior jornal de Búzios http://www.operumolhado.com.br/index.php/component/content/frontpage Fri, 18 May 2012 02:08:34 +0000 Joomla! 1.5 - Open Source Content Management pt-br Quem será o vice? http://www.operumolhado.com.br/index.php/buzios/58-noticias/992-quem-sera-o-vice http://www.operumolhado.com.br/index.php/buzios/58-noticias/992-quem-sera-o-vice Por Aníbal Fernando

Mesmo Marcelo não me procurando mais, fingindo que não existo só porque eu morri, resolvi escrever minha opinião sobre a situação política em Cabo Frio e em Búzios. Nas duas cidades, existem um favorito e outros tantos correndo atrás. Em Cabo Frio, tudo indica que Alair Corrêa vai levar a eleição de lavada. Isso se a justiça o autorizar a concorrer. Alair por enquanto garante que será candidato e que nada lhe impede de não ser. O prefeito Marquinho Mendes não pode ser candidato e indicou o vereador Alfredo Gonçalves, que ainda não decolou e pelo jeito, não decola mais.

A situação em Cabo Frio é a seguinte: Alair é o favorito e por fora correm Alfredo Gonçalves, Dr. Paulo César e Janio Mendes. A única maneira de derrotar Alair é juntado esse trio, mas todos querem ser cabeça de chapa, ou seja, ninguém abdica da vaga para ser o vice. Ninguém quer ser o Vasco da Gama. Enquanto a tríade não se  entende, Alair segue na boa, sem ser importunado. O prefeito Marquinho Mendes, ao perceber a falta de densidade de seu candidato, já começou a se aproximar do Dr. Paulo Cesar que seria uma espécie de coringa do grupo, caso o nome de Alfredo não deslanche.

Na minha modéstia opinião, Alair, apesar de liderar a corrida eleitoral hoje, já mostrou no passado que não é imbatível. Na última eleição, por exemplo, ele disputou uma eleição polarizada contra o Marquinho Mendes e perdeu. Meses antes do pleito, Alair tinha mais de 60% das intenções de votos. Mesmo sendo o prefeito, Marquinho apenas 12%. Como sabemos, no final deu Marquinho, que já foi vice de Alair e que só se elegeu com o apoio do mesmo. Alair perdeu para Marquinho principalmente nos bairros da periferia como Jardim Esperança, Unamar e Aquarius.

O problema do prefeito Marquinho é não ter um nome forte para colocar a mão na cabeça, como Alair teve. Resta agora aos adversários de Alair, esperar a decisão do governador Sérgio Cabral. No final, será ele quem definirá o nome do candidato do governo, da máquina, afinal Alair tem o apoio do ex-governador Antony Garotinho, inimigo declarado de Cabral. Procurei o Timinho para saber sua opinião. Afinal, ele já foi vice-prefeito em Cabo Frio. Otime dos Santos de sua maneira simples disse que não acreditava numa união entre os adversários de Alair.

“Minha pergunta é simples: quem terá a grandeza de retirar o nome em busca de um benefício maior para a cidade? Quem seria altruísta suficiente para abrir mão da candidatura? Quem seria o vice? Acho que eles não se juntarão. O melhor candidato seria Alfredo Gonçalves. O único, na minha opinião, que poderia trazer para Cabo Frio um pouco de renovação. Alair investiu em infra-estrutura, Marquinhos investiu no social e Alfredo poderia fazer um governo que fortalecesse os dois segmentos. Não vejo essa possibilidade com Janio nem com Dr. Paulo César”, lamentou Timinho.

Em Búzios, a situação segue complicada. Agora, com a desistência do Chiquinho da Educação, a situação de Mirinho ficou um pouco mais tranquila. A vaga de Chiquinho pode  acabar com Dr. André, a quem Chiquinho já declarou apoio, então teríamos Mirinho contra Dr. André, João Carrilho e Evandro. Mas as pesquisas já demonstraram que se tivermos 4 candidatos, Mirinho teria pouco mais de 35%, o suficiente para lhe manter no poder. Até o momento, não estou vendo- nem mesmo daqui de cima- nenhum movimento de aproximação entre os candidatos da oposição. Por enquanto é cada um por si, o que está propiciando ao prefeito Mirinho, noites tranquilas de sono.

Difícil saber se a oposição vais seguir desunida para o abismo. Evandro não pode correr o risco de perder seu mandato. João Carrilho também não pode correr o risco de não reeleger seu filho Joãozinho. Toninho Branco deveria ser o elo da oposição. O ponto de união. Mas infelizmente hoje, ele não tem representação alguma. A oposição de Búzios está acéfala.  O situação política de Búzios está estranha. Daqui de cima, parece que a cidade passou da  pré-história (quando éramos distrito de Cabo Frio) para a decadência atual, sem passar pela civilização.

Lembro que antes da emancipação (eu estava vivo na época) pensávamos em nomes como Luiza Brunet, Umberto Modiano e Marcos Paulo para a prefeitura. Por obra do destino, a população entregou o posto  a dois pescadores da cidade. Búzios precisava de um nome novo. Uma nova proposta administrativa. Búzios é uma cidade totalmente diferenciada das outras da região. Cheguei a pensar que o Chiquinho seria esse nome. Hoje vejo que não. Infelizmente não dá mais tempo de criar um novo nome. Pelo jeito, a cidade não vai mudar tão cedo.

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carol.cmg@gmail.com (Administrator) frontpage Mon, 14 May 2012 13:49:09 +0000
Os personagens de Silva Jardim http://www.operumolhado.com.br/index.php/buzios/58-noticias/991-os-personagens-de-silva-jardim http://www.operumolhado.com.br/index.php/buzios/58-noticias/991-os-personagens-de-silva-jardim Por Marcelo Lartigue

Cidade pequena geralmente é rica em personagens. Pessoas simples, que com suas características cativam pela originalidade. Cidade pequena é ideal para se descobrir coisas, jeitos e talentos. Gente como Marcelo  da Conceição Rocha que reside em Silva Jardim há 12 anos. Antes de se instalar na cidade, ele era militar na base Aérea Naval de São Pedro e morava em Araruama. Findo o período militar, Marcelo trabalhou em algumas funerárias nas cidades de Araruama e Saquarema, sempre como funcionário.

Em Silva Jardim, Marcelo resolveu virar empresário e abriu uma funerária (Funerária Nossa senhora da Fé), uma floricultura e uma Lan House. Marcelo comanda a funerária; a floricultura é da esposa  Carla Cristina e na Lan House fica sob o comando do filho João Henrique. A Lan House surgiu por um motivo prosaico. Faleceu na cidade um cidadão inglês. A família queria assistir ao velório desde a Inglaterra e Marcelo resolveu instalar câmeras de vídeos e transmitir o velório ao vivo on-line. O enterro foi um enorme sucesso e surgiu a idéia de se transmitir velórios on-line. A Funerária Nossa Senhora da Fé, a única de Silva Jardim deve ser também a única do Brasil a oferecer esse tipo de serviço.

Merece também destaque é Paulo Cesar Sodré de Souza, natural da cidade de São Gonçalo, e que há 5 anos trabalha montando barracas em festas nas cidades. Antes de trabalhar com barracas de churros, Paulo César trabalhava como montador de andaime no Estaleiro Mauá, em Niterói. Um dia, cai de um andaime e foi aposentado compulsoriamente.

Paulo trabalha na Barraca do Russo e diz que os churros que produz são os mais saborosos do Brasil. Os churros do Russo são feitos com farinha de trigo, margarina e essência de baunilha. São várias as opções de recheios: chocolate, goiaba, doce de leite, chantilly,  doce de abacaxi, bombom sonho de valsas, banana, rapadura e até de jiló.

- O churro é um doce espanhol. Esse nosso churro começou na Urca e na Barra da Tijuca. A Xuxa não saia de lá, declarou Paulo Cesar, que já estava contando as horas para desmontar a barraca e partir para Arraial do Cabo, onde também haveria festa de emancipação. Em seguida, o calendário vai levá-lo para Vivenda das Pedras, Japeri e assim por diante. Antes de trabalhar em Silva Jardim, o Churro do Russo esteve presente no Festival da Lula  em Arraial do Cabo e no Encontro de Motos em São Pedro da Aldeia. Os churros do Russo custam apenas 3 reais. Em Silva Jardim, a media diária foi de 300 churros por noite. Mas o doce espanhol não é o preferido das festas.Segundo Paulo Cesar, o povo gosta mesmo é de cachaça.

- O povo prefere o alcoolismo. Por isso as barracas de caipifrutas vendem muito. Muita gente deixa de comer para poder beber. Mas os churros ainda são uma boa pedida. Principalmente para as crianças e para as mulheres. Só lamento as brigas que acontecem nas festas. Ainda bem que aqui a guarda municipal é boa. Mas só tem briga quando tem funk. Quando toca funk as mulheres se soltam e os namorados ficam brabos com que olha. A festa foi boa aqui, o que está atrapalhando é que a cidade tem sua própria moeda, o Capivari. Depois é difícil trocar. Eu não aceito porque não posso trocar em outro lugar. Mas a gente não se mete com o prefeito. Dizem que ele é Delegado Federal.

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carol.cmg@gmail.com (Administrator) frontpage Mon, 14 May 2012 13:44:17 +0000
Festa para todos http://www.operumolhado.com.br/index.php/buzios/58-noticias/990-festa-para-todos http://www.operumolhado.com.br/index.php/buzios/58-noticias/990-festa-para-todos O município de Silva Jardim comemorou nesta terça-feira (8), 171 anos de emancipação político administrativa com muita festa. As comemorações começaram com desfile cívico das bandas musicais das escolas do município. Teve ainda shows  gospel, e das bandas Skank, Cidade Negra, Aviões do Forró e dos cantores Belo e Michel Teló. Por decisão do prefeito Marcelo Zellão (PT), todos os shows aconteceram na  nova Praça do Bairro de Nossa Senhora da Lapa, um dos bairros mais pobres da cidade, onde residem pessoas que jamais teriam como pagar para assistir a shows iguais. Antes de fechar a agenda musical, o prefeito, por respeito aos moradores fez uma pesquisa para saber o que o povo queria ouvir. O povo escolheu música gospel, rock, forró, pagode e sertanejo. Os shows evangélicos (três ao todo) foram os mais concorridos e o que mais deram lucro aos barraqueiros.

Silva Jardim é uma bela cidade. O Município está bem no pé da Serra, faz fronteira com  as cidade de Friburgo e Cachoeira de Macacu. Têm ainda a Lagoa   de Jurtunaíba, que fornece água para toda nossa região. São 40 Km de espelho d`água, com ilhas e praias. O município pode e deve explorar o turismo ecológico. O prefeito Zellão sonha em fazer um circuito turístico unindo a serra e o mar. Um corredor turístico que começa em Friburgo e acaba em Búzios.

-Esse é meu sonho antigo. Pensava nisso desde que estava na Faculdade de Comunicação. Seria um corredor lindíssimo. Temos a Reserva do Poço das Antas, que é uma coisa linda. Não sei onde esse corredor começaria, mas sei que tem que acabar em Búzios, que é a jóia da coroa, a prima dona que só entra no último ato. Aqui em Silva Jardim os turistas poderiam ver micos leões-dourados, o respeito ao meio-ambiente, a lagoa, a pesca esportiva do tucunaré. Com isso, Búzios que tem uma excelente hotelaria, sairiam ganhando pois os turistas ficaram mais tempo na cidade. Acredito que o Estado tem que ser o indutor desta nova fronteira turística. Temos que parar de tratar as cidades de maneira isoladas. Nossas fronteiras são ilusórias. Não podemos ter um pólo desenvolvido e o resto pobre. Senão vamos importar pobreza, lamentou Zellão.

 

Armando o barraco

Todo mundo gostou da festa. Menos os barraqueiros profissionais. Que saem pelas cidades do interior, atrás das datas festivas e montam aquelas imensas barracas com carnes secas penduradas. É que a cidade de Silva Jardim existe um moeda local, o Capivari, que só circula dentro do município. O problema é que os barraqueiros receberam um monte de Capivari e não tinham onde trocar, visto que iam embora  num dia de feriado e o banco da Cidade (onde a moeda é trocada) estaria fechado.

-Isso é  muito bom, pois assim eles gastam o dinheiro na cidade. O Capivari é apenas a ponta de um projeto social que engloba outras frentes. É uma moeda social, idéia  que copiamos de outras cidade e que junto outras ações de promoção social  como o apoio ao primeiro emprego, de crédito e de financiamento, está mudando a realidade econômica da nossa cidade. O Capivari é apenas o outdoor de um projeto muito maior que envolve geração de emprego e renda. Queremos transformar nossas sociedade. Retirar as pessoas da dependência do Bolsa Família, oferecendo cursos, treinamento e empréstimos. Já temos ais de 800 financiamentos de microcrédito para pequenos produtores. O banco Capivari é para pobre. Quem tem dinheiro não precisa ir lá, declarou Zellão.

Silva Jardim como qualquer cidade do interior do Brasil tem problemas econômicos e sociais. Já teve mais. Melhorou bastante depois da chegada de Zellão ao governo. Marcelo Zellão é um prefeito dedicado ao povo mais simples. Em Silva Jardim, a maioria das pessoas vivem da construção civil. Outra grade parcela, está empregada na prefeitura. Mais de 80% da população vive com menos de dois salários mínimos.

-Aqui não contratamos sem necessidade. Só contratamos quando existe necessidade. Quando abrimos mais um posto médico, ou uma nova escola, por exemplo. Desde que assumi, fiz o possível para gerar empregos fora da prefeitura. Nossas obras de infra-estrutura emprega muita gente. Estamos investindo como nunca e isso está dinamizando a economia local. Queremos ser indutores da economia pois a prefeitura não pode nem deve ser o maior empregador da cidade. Isso é uma loucura. Se a folha consumir demasiadamente, não sobre nada para investimentos, continuou o prefeito Zellão.

Formado em Comunicação, funcionário concursado da Receita Federal  e prefeito pela primeira vez da cidade de Silva Jardim, Marcelo Zellão espera a convenção do seu partido, o PT, para saber se vai ou não ser candidato a reeleição. Mas depois do que realizou nesse primeiro mandato, Zellão não deve ter a  menor preocupação em relação a escolha de seu nome. Se faz de desentendido apenas para não descumprir a legislação eleitoral. Admirador de Búzios, Zellão tem uma carinho especial por nosso jornal. Por isso fomos até sua cidade cobrir as festividades pelos 171 anos de emancipação política administrativa.

-Para mim é uma honra, uma verdadeira honra ter um jornal como O Perú Molhado em nossa cidade, cobrindo a nossa festa. Só por isso valeu a pena o investimento. O Perú Molhado é um ícone da região. Sempre vejo o Perú em destaque na coluna do Ancelmo Góis, no O Globo. Estou falando de coração. Receber o Perú Molhado em Silva Jardim é um orgulho. A pessoa sair de Búzios para vir a Silva Jardim. Isso demonstra que estamos no caminho certo. Nossa administração transformou a cidade, trouxe de volta a alta estima do povo da cidade, hoje os moradores voltaram a acreditar que a cidade pode dar certo. Quem não acredita em si, quem não acredita em sua cidade, não tem futuro, finalizou Zellão.

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carol.cmg@gmail.com (Administrator) frontpage Mon, 14 May 2012 13:38:09 +0000
A mulher na política http://www.operumolhado.com.br/index.php/buzios/58-noticias/989-a-mulher-na-politica http://www.operumolhado.com.br/index.php/buzios/58-noticias/989-a-mulher-na-politica Aproxima-se o período das convenções partidárias e aos poucos começa a movimentação de novos pré-candidatos para disputar uma das nove cadeiras na Câmara de Búzios. Tradicionalmente os cargos são disputados em sua maioria pelos homens, no entanto, para estas eleições começam a despontar alguns nomes femininos que prometem ir a luta para garantir seu espaço na política buziana.

Miriam Tatagiba é uma dessas cidadãs que sempre esteve envolvida com a política, e agora, filiada ao PSB, espera a convenção do partido para submeter seu nome ao crivo dos companheiros.

“Surgiu a oportunidade e vou aproveitar a minha experiência na política, acho que tenho muito a somar na política de Búzios”.

Miriam é evangélica da igreja adventista de Cabo Frio, mas deixa claro que não é do tipo que assiste ao culto passivamente, sempre foi participativa. “Sempre me envolvi nos trabalhos sociais em todo o tema que fosse ligado a mulher. Como cidadã, como mãe e como mulher atuante, entendo que estou em condições de participar de qualquer disputa política na cidade e até postular uma vaga no legislativo.

Ela caminha com João Carrilho em suas pretensões, e há muito tempo ela desenvolve trabalhos de alcance social em sua comunidade de militância. Miriam se sente segura em seus objetivos pois possui uma família sólida e é a partir desta convivência que extrai bons exemplos de vida para caminhar na política.

Aprendi nestes últimos anos que em política não se deve prometer nada, pois se cria o vicio da troca do voto por favores. Tenho certeza que aqueles que me conhecem, sabem das minhas capacidades e quanto sou comprometida com as minhas obrigações e com a comunidade.

É meu desejo que a Câmara tenha verdadeiramente uma voz feminina. Não vejo a política como uma maneira de satisfazer financeiramente quem quer que seja, pois o trabalho maior de um parlamentar ou de um político é o de conscientizar a população de seus direitos e de seus deveres.

Miriam acredita que os bairros de José Gonçalves, onde reside, Tucuns, Cem Braças, Baia Formosa e São Jose precisam ter um representante na Câmara.

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carol.cmg@gmail.com (Administrator) frontpage Mon, 14 May 2012 13:33:38 +0000
Mangue de Pedra: É no impasse que surge a solução http://www.operumolhado.com.br/index.php/buzios/58-noticias/988-mangue-de-pedra-e-no-impasse-que-surge-a-solucao http://www.operumolhado.com.br/index.php/buzios/58-noticias/988-mangue-de-pedra-e-no-impasse-que-surge-a-solucao Por  Evandro Oliveira

Tenho acompanhado de perto toda essa discussão a respeito do Mangue de Pedra e posso afirmar sem errar que toda essa historia caminha para o mesmo desfecho do Breezes.

Da mesma forma, acho ridícula e leviana a posição de alguns companheiros de mandato que para satisfazerem a vontade e a determinação do prefeito, alegam que o empreendimento está muito distante do mangue e que dessa forma não haveria contaminação. Como também entendo ser ridícula a afirmativa por parte ainda de alguns vereadores da situação e porta vozes do governo de que esta participação da sociedade tem motivação política. Como pode tanta asneira caber na cabeça destas pessoas?

O cenário existente hoje é que os opositores não querem construção de espécie alguma e o governo aprova e quer as construções a qualquer custo. Nessa disputa, como ficam o proprietário e construtor, os próprios remanescentes do quilombo da Rasa e aqueles que já compraram unidades no empreendimento?

Será que é assim mesmo, o direito de propriedade não pode mais ser exercido e  a preferência sobre a ocupação da terra não é mais dos remanescentes dos quilombolas?

Pela localização e tamanho da área entendo que se possa convergir para um entendimento entre o proprietário e construtor e os remanescentes de quilombolas.

Também acredito que o desfecho possa ser técnico, na medida em que se pode evitar a infiltração do esgoto, através de sua armazenagem e coleta, o que implica num repasse destes valores para o preço dos imóveis.

Quanto a densidade de ocupação, essa certamente deverá ser revista, sob pena de inviabilizar-se juridicamente o empreendimento.

O certo é que outros empreendimentos desse porte e mais comprometedores de nosso meio ambiente estão a caminho. Como por exemplo, nas áreas alagadas e de brejos da Marina, a Fazenda Cunha Bueno e o entorno  da Serra das Emerências.

Como bons brasileiros, só nos preocupamos com o problema quando ele já esta consolidado e sua desconstituição desgasta nossas relações e apresentam resultados normalmente pífios. Trabalhamos em cima do incêndio e não de sua prevenção.

É necessário que a população conheça todos os atores (e não são poucos) que participaram da concepção, articulação e montagem deste projeto de ocupação.

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carol.cmg@gmail.com (Administrator) frontpage Mon, 14 May 2012 13:26:02 +0000
Pimenta no c... dos outros é refresco: Histórias da cadela Pantera, maconheiros e Sérgio Cabral Filho http://www.operumolhado.com.br/index.php/buzios/58-noticias/987-pimenta-no-c-dos-outros-e-refresco-historias-da-cadela-pantera-maconheiros-e-sergio-cabral-filho- http://www.operumolhado.com.br/index.php/buzios/58-noticias/987-pimenta-no-c-dos-outros-e-refresco-historias-da-cadela-pantera-maconheiros-e-sergio-cabral-filho- Por Janir Júnior

Pimenta no cu dos outros é refresco. No fucinho do cachorro vira-lata é covardia. E nos olhos dos maconheiros é sacanagem. E desperdício, pois é de outra marola que eles ficam de olhos vermelhos. Em dois episódios, um na Rocinha e outro em Ipanema, no morro e no asfalto, a polícia carioca foi na favela atrás de bandido e sobrou para cadela, a galera que defende o jererê foi exercer sua livre expressão e acabou em bordoada a Marcha da Maconha realizada na orla carioca.

Um policial militar que buscava bandidos e se sentiu ameaçado com os latidos da Pantera não teve dúvidas: sacou o spray de pimenta bem na fuça da cadelinha de seis anos, que dizem não fazer mal a ninguém. O registro fotográfico feito por Domingos Peixoto, de O Globo, flagra o exato momento do borrifo. A foto serviu como denúncia e certamente salvou o plantão de domingo do repórter escalado para acompanhar a incursão na favela. Estava garantida a matéria.

Na sequência dos dias, Beltrame, homem forte na polícia carioca que futuramente veremos na política, condenou o ato, o PM prestou depoimento, o dono da Pantera não quis dar queixa na delegacia e a vida segue, com pimenta nos olhos e a pior cegueira: a do cego que não quer ver que é um ato boçal.

Liberada pela justiça, a Marcha da Maconha levou a Ipanema milhares de defensores da planta. A caminhada seguiu até o Arpoador, com o bloco de sugestivo nome Planta na Mente fazendo paródias carnavalescas com trocadilhos com a erva. Além da descriminalização, uma das bandeiras verdes do movimento é a liberação do plantio.

Apesar da recomendação dos organizadores de não queimar fumo durante a caminhada, alguns deram de ombro e deram um ‘doiszinho’. Mas não foi isso que causou a reação truculenta da polícia. Ao chegar à pedra do Arpoador, a rapeize demorou a se dispersar. Foi quando a polícia decidiu mostrar que “eu tenho a força, sou invencível, vamos amigos, unidos venceremos a semente do mal”. Sementes e Turma do Balão Mágico à parte, policiais do Batalhão de Choque usaram bombas de efeito moral, com fumaça, haja fumaça, pra tudo que é lado. Depois, mandou ver bala de borracha.

Um dos participantes da Marcha foi atingido, três deram parte e um deles deu foi é mole. Tomou uma dura em plena DP e foi encontrada uma pequena quantidade de maconha. A polícia alega que jogaram lata de cerveja em uma viatura, os manifestantes dizem que foi apenas reação à ação da polícia e uma investigação vai apontar se houve abuso de autoridade. Mas mesmo em meio a fumaça que seja fica claro que sim.

Não estive na Marcha da Maconha. Pode parecer desculpa de maconheiro enrustido, mas, não. Ouvi relatos de participantes, assisti aos vídeos e acompanhei pela imprensa.

Não estive na Rocinha, mas a pimenta nos olhos da cadela Pantera fez arde os meus.

Esfrego a vista e dou de cara com as fotos da farra do Cabral no luxuoso hotel Ritz, na bela Paris. Cabralzinho – o fabuloso pai deve estar com vergonha da cria – está na companhia de Cavendish, Sérgio Cortes (secretário de saúde do Rio), entre outros alegres gnomos com gorrinhos improvisados com guardanapos de pano. Eu vi gnomos.

As relações Delta, Cachoeira, Demóstenes não merecem nem um parágrafo.

Diria - ou latiria - a cadelinha Pantera: pimenta no cu dos outros é refresco, né, Cabral?!

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carol.cmg@gmail.com (Administrator) frontpage Mon, 14 May 2012 13:21:33 +0000
Esse filme eu já vi http://www.operumolhado.com.br/index.php/buzios/58-noticias/986-esse-filme-eu-ja-vi http://www.operumolhado.com.br/index.php/buzios/58-noticias/986-esse-filme-eu-ja-vi Os personagens são sempre os mesmos. Chegam à cidade cheios de boas intenções, idéias mirabolantes e soluções rápidas e perfeitas para todos os nossos problemas. Agridem a tudo e a todos, como se fossemos analfabetos em política e tudo que já fizemos pela cidade de nada valeu, pois somente eles têm o dom da verdade e conhecem todos os projetos de alcance social e que venham a privilegiar e mudar radicalmente a educação, a saúde, o planejamento, o meio ambiente, o turismo e todas as áreas de atuação da prefeitura.

Evidente que, ao seu confirmar a desistência da candidatura de Chiquinho vinculada  ao jornal local, essa já era esperada , na medida em que sua construção se deu em bases frágeis e como obra de um marketing solitário, elaborado a partir de suas próprias convicções.

É lógico que numa disputa eleitoral, não há que se dispensar eventuais aliados, com certeza Chiquinho pode ser um desses. No entanto, como gato escaldado tem medo de água fria, é necessário que numa eventual aliança com Chiquinho, Mirinho venha a estabelecer regras bem claras de sua participação em nosso movimento político.

Como membro de um partido político que tem historia, não medirei esforços para que uma eventual aceitação de Chiquinho seja precedida de uma retratação publica por todos os ataques que desferiu contra nosso atual prefeito e sua administração.

Participar e partilhar de nossas propostas impõe necessariamente que Chiquinho calce sem exigências e restrições as sandálias da humildade, pois em nosso partido, temos verdadeiramente um comandante.

Como na boa política, não temos inimigos e sim adversários, por isso mesmo devemos separar nossas convicções do respeito ao próximo, desejo o pronto restabelecimento de sua saúde, caso se confirme as noticias veiculadas na imprensa local.

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carol.cmg@gmail.com (Administrator) frontpage Mon, 14 May 2012 13:15:52 +0000
Mirinho, por que não te calas! http://www.operumolhado.com.br/index.php/buzios/58-noticias/983-mirinho-por-que-nao-te-calas- http://www.operumolhado.com.br/index.php/buzios/58-noticias/983-mirinho-por-que-nao-te-calas- O Perú Molhado tentou fazer sua parte. Foi atrás de anunciantes, criou anúncios maravilhosos e produziu mais uma edição especial  com o intuito de divulgar bem nossa cidade no evento ‘Búzios Calor y Playa todo el Año’, que a secretaria de Turismo levou para as cidades de Santiago, no Chile; Montevidéu, no Uruguai e Buenos Aires, na Argentina. Montamos uma edição bonita. Com belas fotos da cidade. Esquecemos o cheiro de esgoto, os lixos pelas esquinas, o excesso de ambulantes nas praias, o abandono das praças, os flanelinhas, os buracos e o esgoto nas praias. Criamos uma edição que mostrava uma cidade se não perfeita, ao menos interessante de se visitar.

Alguns empresários da cidade se mostraram parceiros e acreditaram no Perú. Tinha tudo para dar certo. Os eventos organizados pela prefeitura tendo a cobertura do mais importante jornal da cidade. O único que sempre divulgou bem, Búzios fora do Brasil. O jornal de maior credibilidade, o que tem a cara da cidade, o jornal que sempre apoiou a cidade nas feiras e congressos turísticos mundo afora. Mas desta vez fomos sabotados pela pessoa que deveria nos ajudar a divulgar Búzios.O prefeito Mirinho Braga, do alto do seu autoritarismo tupiniquim, proibiu a distribuição do Perú Molhado nos eventos no Chile e no Uruguai. Em Buenos Aires, onde nosso correspondente Sandro Peixoto estava presente, não só o prefeito quis nos barrar. Um brucutu empregado do governo também fez cara feia quando viu nosso repórter.

Quem essa gente pensa que é? Dona da cidade? Dona do dinheiro do município? Quem pagou o evento nas três capitais sul-americanas foi o município de Búzios. Passagens, hospedagens e os rega-bofes foram pagos com o dinheiro do contribuinte, ou seja, dinheiro seu, meu, nosso. O prefeito têm que entender que a cidade não é dele. Que não é o dono da verdade. Que numa democracia é precisa saber conviver com a critica. Com o contraditório. Nos disseram que somente o jornal chapa branca Primeira Hora poderia participar da caravana buziana. Não vimos ninguém do PH em Buenos Aires. Tudo que o jornal chapa branca publicou de texto e fotos foram produzidas pela prefeitura.

Mirinho não pode censurar nosso jornal. Têm que desmentir as notícias aqui publicadas. Quando afirmamos que na Praia de Manguinhos tem esgoto correndo dia e noite, o prefeito não deve ficar puto com a gente. Nem mesmo censurar o nosso jornal. Tem que nos desmentir com fatos. E com fotos se possível. Mostrar a praia limpa. Sem esgoto. Quando denunciamos obras irregulares, a prefeitura  deve nos contradizer com documentos e não criar um factóide como fez com o Parque da Praia Gorda, para esconder um crime contra a cidade. Estranho o comportamento do nosso prefeito. Mesmo depois de tanto tempo na política ainda não aprendeu que nem só de elogios se vive. De vez em quando é preciso um tapinha na bunda, um chute no traseiro para as coisas andarem.

Pedimos desculpas públicas aos anunciantes que acreditaram no nosso jornal e anunciaram pensando que teriam suas empresas e seus serviços divulgados nas cidades por onde a caravana buziana passou. O Perú fez a sua parte. Pena que foi sabotado pelo prefeito da cidade.

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carol.cmg@gmail.com (Administrator) frontpage Sun, 06 May 2012 17:33:03 +0000
Não chores por mim, Brasil http://www.operumolhado.com.br/index.php/buzios/58-noticias/982-nao-chores-por-mim-brasil http://www.operumolhado.com.br/index.php/buzios/58-noticias/982-nao-chores-por-mim-brasil Estive semana passada como correspondente internacional do Perú Molhado no estádio do Velez Sarsfield, no distante bairro de Liniers, em Buenos Aires, para assistir o histórico discurso da presidenta  Cristina Kirchner. Já estava na capital argentina onde fui cobrir a promoção ‘Búzios Calor y Playa todo el Año’, promovido pela secretaria de Turismo de Búzios e aproveitei a estada para tentar entender o que está acontecendo na política e na economia argentina.

O encontro no estádio do Velez Sarsfield foi organizado pela organização juvenil kirchnerista conhecida como La Campora ( em homenagem ao ex-presidente  Hector Jose Campora, que governou a argentina por apenas três meses em 1973 ) para mostrar apoio a decisão tomada semana antes pela presidenta de expropriar a YPF. A empresa petrolífera que era estatal foi vendida pelo ex-presidente Carlos Menem nos anos 90 a Repsol espanhola e segundo o atual governo argentino, estava sendo sucateada pela Repsol. A data foi escolhida a dedo. No dia 27 de abril se comemorava os nove anos da eleição que levou Nestor Kirchner, falecido esposo de Cristina a presidência da Argentina.

O grupo La Campora é formado basicamente por jovens de classe média, ou que estão empregados no governo e têm na  figura de Axel Kicillof, o vice-ministro da Economia, sua maior liderança. Foi Axel, a quem alguns jornalistas já enxergam como o futuro presidente da Argentina, quem organizou o encontro em Velez. Esse encontro- histórico para alguns- serviu para dois intuitos: mostrar a força da presidenta perante a população, e também para se descobrir quais as organizações sociais estão de verdade com a presidenta. A briga por espaço para desfraldar bandeiras  com frases de apoio a líder maior, foi imensa e lembrava uma briga entre torcida de times de futebol. Na ocasião, fizemos um cartaz de apoio a presidenta.

Massa de manobra

Mais de cem mil pessoas foram ao estádio do Velez ouvir a presidenta. Todos queriam que Cristina – e principalmente Axel- visse o apoio que lhe era dado. Cerca de 60 mil pessoas entraram no campo ocupando arquibancadas e até mesmo o gramado. Quase a mesma quantidade ficaram do lado de fora. Gritando palavras de ordem, cantando o hino nacional e comando sanduíches de linguiça e de milanesa acompanhado por vinhos e refrigerantes baratos. Entre os participantes, a maioria era formara por mulheres, jovens adolescentes e crianças. Todos pobres. Trazidos em ônibus velhos, das províncias mais pobres. Gente que hoje vive com 150 pesos por mês, distribuídos pelo governo Cristina em forma de ajuda.

Pessoas que até ontem não tinham nada e hoje, mesmo tendo pouco, pouquíssimo, enxergam no populismo e no nacionalismo de Cristina, uma chance de integração com a capital do país. A capital, por exemplo, não enviou quase ninguém ao evento. Exceto lógico, que trabalha no governo. No estádio, assim estava dividida  sociedade argentina: no meio de um imenso  e iluminado palco ( afinal só haveria uma oradora) Cristina Kirchner e suas dezenas de plásticas; logo atrás, seus ministros e secretários, os puxa-sacos e as Madres de Plaza de Mayo, que depois de tanto tempo, se chamam agora as Abuelas de Plaza de Mayo; logo à frente, a juventude da Campora, todos bem alimentados e bem vestidos e no campo e nas arquibancadas, os pobres sujos e amontoados. Comendo sanduíches frios e sofrendo com a baixa temperatura. Fazia menos de  10 graus e a presidenta antecipou sua falação para facilitar a volta para casa de todos. Ao menos foi o que ela declarou.

Cristina abriu o discurso imitando os trejeitos  da ex-presidenta, a eterna Evita Perón. Em pouco menos de meia hora de discurso, agradeceu aos presentes, a oposição que a apoiou na questão da YPF e afirmou que a expropriação da empresa não era simplesmente “ uma volta ao passado e sim, uma vontade de ter sob controle uma das empresas mais emblemáticas do país.”A presidenta afirmou ainda que o novo modelo de administração da YPF vai exigir novas formas de participação do estado junto ao setor privado. Ela não descartou a participação do setor privado na empresa petrolífera, mas avisou que a YPF vai ficar sob a direção do estado.

A velha America Latina

Fiquei em Buenos Aires por 4 dias. Tempo suficiente para conversar com taxistas, barmans, jornaleiros e jornalistas, vendedores, músicos, compositores e pessoas me comum. A maioria das pessoas que vivem em Buenos Aires não apóiam a presidenta na questão da YPF. Somente alguns poucos. A maior parte das pessoas com quem conversei, até que são simpáticos a expropriação. Mas não do jeito que foi feita.Reclamavam que a presidenta se comportou mal.Como se estivesse num ringue. Chamando o mercado para a briga. E brigar com o mercado, repetiam alguns, nunca foi bom negócio. Para essas pessoas, a expropriação da YPF pode até parecer uma coisa boa no momento. Mas vai fazer mal a economia argentina a médio prazo.

Os argentinos, passionais por excelência, sempre tiveram  com a YPF, uma relação carnal. Assim como os brasileiros não aceitam privatizar a Petrobras, eles jamais aceitaram a venda da petroleira. Uma senhora, com quase 80 anos, me confidenciou que desde pequena, só usava gasolina da YPF. Lembra que uma vez, saiu de férias com seu pai pelo interior do país. Seu pai, só abastecia em postos da YPF, por mais fila que tivesse e por mais distante que ficasse. Por anos, a YPF foi o símbolo da industrialização argentina. O símbolo da auto-suficiência energética. O símbolo de um país moderno, que seguia rumo ao futuro. Veio a onda privatizante dos liberais e a YPF acabou vendida e sucateada. Tanto e verdade que a Argentina  de exportadora, virou importadora de petróleo e gás. Algo impensável anos atrás.

Cristina Kirchner pode até ter metido os pés pelas mãos. Mas foram os administradores da Repsol que provocaram a situação. Com o apoio recebido na mídia, entre o povo e os partidos políticos e até na oposição, pelo jeito a presidenta Cristina não vai parar por enquanto. Se quiser criar uma onda restatizante, a hora é agora. Enquanto têm o apoio da maioria. No histórico discurso   no estádio do Velez, Cristina mandou lembranças para seus colegas Hugo Chaves e Evo Morales. E essa semana, o presidente do Peru Evo Morales estatizou uma distribuidora de energia- que também pertencia  a um grupo espanhol.

Pelo jeito, o povo de alguns países da sul-américa estão querendo vingança pela cruel colonização espanhola. Ao que parece a América Latina não aprende. Se no final do século passado a região foi tomada por uma onda liberal privatizante, ao que parece esse século será estatizante. Ao menos nos países de governos populistas como Argentina, Perú,Venezuela e Equador.  Justamente os países mais pobres do continente que precisam urgente de investimentos externos.

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carol.cmg@gmail.com (Administrator) frontpage Sun, 06 May 2012 17:24:41 +0000
A luta continua http://www.operumolhado.com.br/index.php/buzios/58-noticias/981-a-luta-continua- http://www.operumolhado.com.br/index.php/buzios/58-noticias/981-a-luta-continua- O trabalho está sendo feito aos trancos e barrancos. Do jeito que dá e com todas as dificuldades possíveis. O trabalho está sendo feito com muita vontade e determinação. O trabalho está dando certo. Rendendo frutos. O trabalho bem feito pela comissão técnica da SEB e pelo presidente do Clube Julian Archibald  levou o time a se classificar para a segunda fase do Campeonato Carioca da Terceira Divisão. Mesmo com a derrota no ultimo final de semana para a equipe do Paduano (da cidade de Santo Antonio de Pádua) por 2X1 após seis horas de viagem num ônibus meia boca.

Agora, a equipe de Búzios, brilhantemente comandada pelo técnico Gugu da Vila começa a briga por uma vaga na Segunda Divisão  do Carioca contra a equipe do Serrano, neste fim de semana, dia 6 de maio. O jogo será em casa, no campo da SEB  as três da tarde, e a Diretoria do clube espera casa cheia para a partida. Essa é a segunda tentativa do clube de Búzios subir para a Segunda Divisão do Campeonato Carioca. Ano passado ficamos em sexto, e quatro equipes subiram. O presidente da SEB avisa que ainda tem espaço para publicidade na camisa de time e pede a quem se interessar que ligue para  (22) 7836-5683 ou 9222-6115 ou pelo rádio no ID 88*22244. Não perca essa oportunidade de colocar sua marca no time mais vencedor da historia de Búzios e da Região dos Lagos.

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carol.cmg@gmail.com (Administrator) frontpage Sun, 06 May 2012 17:16:08 +0000