Na estratégia de divulgar nossa cidade, mais uma vez iremos participar de um evento turístico em São Paulo. Nos dias 8 e 9 de fevereiro, estaremos do 18º WORKSHOP & TRADE SHOW CVC 2012, no Pavilhão Branco do Expo Center Norte, Vila Guilherme. O Perú terá a companhia dos Conventions Bureau de Búzios e de Cabo Frio. Nos dois dias do evento, são esperados mais de 5 mil operadores de viagens. Para nós, é importante fortalecer as viagens aéreas regulares entre as capitais brasileiras e da América latina para o aeroporto de Cabo Frio, por isso, vamos ao evento da CVC, que opera naquele aeroporto. Embarcamos nessa onda também em defesa da CVC, que é acusada injustamente de destruir os destinos turísticos com pacotes turísticos de baixo custo. O que é uma mentira pois a operadora oferece pacotes para todos os lugares (caros) do mundo. Com a palavra Cadú Bueno, Isac Tillinger e Zé da Picanha. Nem tudo na vida é como achamos que é. As vezes, nossa opinião é apenas nossa opinião e não refle a verdade. Muita gente desinformada, por exemplo, ainda torce o nariz quando escuta as primeiras letras do nome de Carlos Vicente Cerchiari que usou suas iniciais para criar a marca CVC, hoje, a maior empresa de turismo do Brasil com mais de 700 lojas espalhadas pelo país. Próprias ou franquias. Em 1976, Carlos saiu da agência de viagens, mas a sigla CVC ficou e ganhou o Brasil.
A CVC tem pacotes para todos os tipos de turistas. Vende desde pacotes rodoviários e até para os destinos mais caros da Europa, Ásia, África, Oceania, America do Norte, Central, e do Sul, ou seja, para todos os lugares do mundo. Com a CVC você viaja de Ônibus, avião e navio. A CVC vende para o mundo inteiro. Vende até para cidade de Cabo Frio. Menos para Búzios. A CVC tem uma enorme força de venda e um ainda maior poder de compra. Até pelo volume de clientes que têm. Cabe aos hoteleiros saber negociar. “Também é preciso ter o que vender”, afirmou o empresário Cadú Bueno que vende passeios náuticos em suas escunas e City Tours em suas vans para a CVC. Claro que por ter maior volume, ele faz preços diferenciados para a CVC, mas nada fora da lógica.
Alguns hoteleiros de Búzios temem que a chegada da CVC a nossa cidade, repita o que aconteceu na cidade de Porto Seguro, onde o nível do turismo empobreceu. Para Cadú, uma coisa não tem nada a ver com a outra. Lembra o empresário que as ofertas hoteleiras nas duas cidades são bastantes diferentes. Enquanto em Búzios temos pequenas e charmosas pousadas, em Porto Seguro o mercado hoteleiro é formado por grandes hotéis e pousadas. Em nossa cidade as pousadas têm no máximo, 15 suítes. Os hotéis um pouco mais. Em porto Seguro, quase todos os projetos foram financiados com recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento) onde os empresários esperavam grandes retornos para pagar os financiamentos. Como não conseguiram receita, baixaram os preços para as operadoras.
-Mas não apenas para a CVC. Todas as operadores de turismo pagam preços baixíssimos. Os hoteleiros cederam seus preços para ter uma receita mínima nos meses de baixa para poder pagar os altos financiamentos. Coisa que não acontece em Búzios. A maioria dos hotéis de Búzios são próprios. Não tenho notícia de mega hotel em Búzios com financiamentos bancários. Temos que saber negociar, pois a CVC tem pacotes pata todos os preços. Mas é bom lembrar que a economia e o país mudaram, continuou Cadú.
A CVC, assim como todas as operadoras, oferece vantagens para conseguir preços. Geralmente garante ocupação e antecipa valores. Em certos caso, bloqueia os apartamentos e repassa a outras empresas. É um negocio como qualquer outro. Depende de como se negocia. O preço dos hotéis em Búzios estão bem mais alto que os de Porto Seguro. Muitas pousadas de nossa cidade - inclusive do Morro Humaitá- estão oferecendo pacotes nos sites de descontos. Preços bastantes parecidos com os de Porto Seguro.
Em 2010, a empresa americana Carlyle Group comprou por cerca de 250 milhões de dólares, 63,6% da CVC Turismo. A CVC não freta mais navios. É hoje a maior vendedora de pacotes de cruzeiros. Vende para os navios da Pullmantour, que param no Porto Veleiro, por exemplo. Quando a CVC tinha navios fretados, Cadú trabalhava com a empresa e espera voltar a trabalhar principalmente nos meses de baixa temporada.
A CVC está trabalhando para manter os vôos que chegam em Cabo frio oriundos de Minas Gerais e de São Paulo. Faltam passageiros e os vôos podem ser cancelados. O que seria uma pena, pois um destino turístico como o da Região dos Lagos carece de um bom sistema transporte aéreo. Na verdade, não existe turismo de qualidade sem transporte aéreo.
Com o tema “40 ANOS CRESCENDO JUNTOS”, a CVC vai organizar o 18º WORKSHOP & TRADE SHOW CVC 2012, nos dias 8 e 9 de fevereiro no Pavilhão Branco do Expo Center Norte, na Rua José Bernardo Pinto, 333
Vila Guilherme – São Paulo. E o Perú Molhado vai estar lá.



